terça-feira, 31 de maio de 2016

A autoridade do crente


Depois que publiquei o meu primeiro livro e passei pela experiência de ver numa obra literária, além da história que conta, comecei a valorizar cada detalhe, cada profissional envolvido e foi por isso que ao ler esse livro, destaquei alguns pontos que me chamaram a atenção e também procurei ler sobre o autor kenneth E. Hagin.
A obra trata de um assunto bastante abordado por algumas denominações religiosas e em contrapartida mantido trancado à sete chaves por outras. A primeira o compartilha porque acredita que todo seguidor da palavra de Deus deve evoluir na fé, a segunda o mantém longe dos seus membros porque é interessante ter um bebê sempre necessitado de colo por perto.
Não é fácil crescer espiritualmente ao ponto de travar grandes batalhas com o desconhecido, o mais fácil é procurar "alguém" com mais autoridade que faça isso por você, e essa dependência nos custa caro, assim como possuir a autoridade do crente tem o seu preço também.
O livro tem apenas setenta e sete páginas, numa linguagem fácil e que comprova através das escrituras sagradas cada afirmativa ou ensinamento proferido pelo autor. Percebi que a caminhada é longa para a aquisição dessa autoridade citada no livro, entretanto é algo que necessitamos se desejamos realmente usufruir da liberdade recebida por Nosso Criador e que temos direito.
Na contra capa do livro o leitor pode saber um pouco da estória do autor e entender que o que ele diz tem a ver com o que vivenciou ainda na sua mais tenra idade. Nesse livro há alguns relatos de curas familiares e na comunidade da qual ele faz parte, porém ele deixa claro que nem sempre obteve sucesso, pois mesmo para recebermos uma benção necessitamos "querer", ele explica claramente que ninguém pode agir ao seu favor ou contra você se isso não for desejado.
Indico esse livro para pessoas que gostam de estudar as sagradas escrituras e tem o desejo de começar a andar com seus próprios pés.
Na igreja em que frequento temos uma pequena biblioteca, pois graças a Deus temos pastores que não têm medo de pregar a verdade, então se você é hoje um seguidor de Cristo, deve instruir-se, ler a bíblia e ter em mãos publicações como esta para sua instrução e crescimento.
Eu não conheço o autor pessoalmente, conheci as palavras que escreveu e são elas que estou compartilhando.
Boa leitura!



terça-feira, 24 de maio de 2016

Amor colegial



Como eu queria
Amar você sem medo,
Relembrar a minha solidão sem saudade,
Lamentar sem voltar a minha angustia,
Ouvir o canto dos pássaros
Sem chorar.

Amo você sem maldade,
Dou-me por inteira sem saudade,
Relembrando com tristeza aquela partida
Infinita e sem vida,
Aqui no presente acaricio o seu retrato,
No qual você está
Orgulhoso e triunfante.

Morre em meu pensamento
Outro dia sem que o tempo
Nunca mais encontrei,
Triste vivo a chorar
E passo a vida toda a pensar
Indagando aquela partida,
Rápida como o vento
Ou triste como eu.

De repente
A saudade volta...
Suave, linda e triste.
Imagino como se fosse realidade
Lírica e com saudade,
Vou ao seu encontro
Amando-o sem consolo.

terça-feira, 17 de maio de 2016

Preciso dizer que te amo


Por vezes não conseguimos dizer à pessoa que amamos tudo o que ela necessita saber, nós os românticos, contamos com a ajuda das estrelas e do vento para fazer isso por nós...
Algumas pessoas têm como aliados também a música, os versos e as redes sociais. Utilizamos os meios de comunicação para extravasar nossos sentimentos, nossas emoções e desejos e esperamos que a outra pessoa compreenda, que é para ela aquela mensagem que está sendo compartilhada. Aliás, achamos que a pessoa em questão vai estar disponível em sua casa frente a um computador, esperando ler sua mensagem e claro que o “curtir” significaria que ela recebeu e também sente o mesmo.
Tão fácil e tão prático!
Será que nos acovardamos, ou a expressão verbal, o toque, o cheiro, o brilhar dos olhos, o tremor das mãos, o suor excessivo, a vermelhidão do semblante, deixou de ser essencial para podermos enfim sentir o amor?
Antes ouvíamos mulheres questionando “por que ele não telefona?”, hoje o terror é “por que ele não me “curte”“? Enfim, continuamos esperando que o outro responda algo que muitas vezes dizemos através de códigos femininos e que alguns homens não decifram de jeito nenhum.
Como decifrar um olhar apaixonado, um sorriso sedutor, um abraço mais apertado se estamos cada vez mais tempo em contato com máquinas. Como sentir essas sensações diante de uma tela?

Temos amigos virtuais que muitas vezes mais companhia nos fazem que os que perto de nós vivem. Sim, eu tenho e - amigas que tanto me ouvem quanto sou ouvida quando necessito. Não que eu não tenha pessoas ao meu redor, mas parece que nos sentimos mais protegidos quando não vemos os olhos, quando podemos a qualquer tempo simplesmente desconectar e voltar em outro momento e simplesmente deletar a conversa.
Nessa mesma linha de pensamento alguns de nós age também com pessoas que foram ou ainda são importantes na nossa vida. Marcamos encontros, pedimos um tempo no relacionamento, reclamamos, choramos, compartilhamos indiretas, terminamos relacionamentos e dizemos o que na verdade não temos mais coragem de dizer pessoalmente, olho no olho. Achando que talvez assim a pessoa sofra menos.
E exageramos, quando declaramos nosso amor dessa mesma forma indireta, intangível e imaginamos que a outra pessoa o sinta da mesma forma que seria se o fizéssemos pessoalmente.
Morremos de medo do fora pessoal, da negação direta do amor. Encontramos um novo meio de proteção virtual, porque nesse sentido a dor é sentida e somente nosso computador testemunha.
Precisamos voltar a dizer o “amor” como ele merece ser dito, precisamos voltar a sentir o amor como ele deve ser sentido, a dor, a alegria que ele proporciona nos fazem humanos, somos diferentes das pedras, somos seres criados para o amor.
Preciso dizer que te amo...

Existe frase mais linda que essa?