sábado, 19 de novembro de 2016

Resenha do livro "Encontrada" de Carina Rissi




 Boa tarde amores... Bom lá vou eu resenhando mais um livro dessa maravilhosa escritora brasileira que é Carina Rissi, pois é uma brasileira que escreve tão bem quanto Kiera Cass da série "A seleção" que li e também amei e Nora Roberts que chamo a fábrica de produzir bons livros.
O livro "Encontrada" é o segundo livro da série "Perdida" e é tão bom quanto o primeiro livro, mas antes de dar minha opinião pessoal sobre ele, vou claro, colocar uma breve sinopse para vocês se situarem.


Sofia por sorte "do seu destino" consegue felizmente voltar ao século XIX e reencontrar o lindo e inigualável Sr. Clarke, um homem que não teme seus sentimentos, pelo contrário ele os expressas de todos os modos: acariciando, falando, sofrendo e amando a nossa apaixonante Sofia.
Nossa! Eu me divirto com a protagonista que Carina Rissi idealizou, ela ao mesmo tempo que é dramática, atrapalhada e por vezes perdida, consegue mesmo assim nos encantar com suas travessuras que seriam naturais aqui para quem vive nesse século, mas que causam verdadeiro terror aos personagens do século XIX. E sua pior algoz, nada mais é que a tia do seu amado Ian.

O amor de Ian por Sofia é capaz de perdoar qualquer deslize, o que Carina Rissi coloca em xeque nesse volume é se Sofia será capaz também de o perdoar. Se não bastasse isso a tia de Ian passa o tempo todo vendo em Sofia algo para a acusar. Ser uma mulher do século XXI perdida no século XIX tem suas vantagens e Sofia descobrirá isso a tempo de evitar uma catástrofe familiar.
Você se encantará com esse livro como eu me encantei.
A leitura é leve e divertida, flui rapidamente fazendo com que o leitor viaje nas diferenças encontradas no modo de viver e agir das pessoas daquela época. Uma época cheia de regras sociais e etiquetas que levam as pessoas, principalmente as mulheres à morte. Esse tema fora abordado pela autora de forma intensa, tornando assim importante a vivência de Sofia para ajudar a esclarecer um terrível mistério.
Não percam mais essa aventura!
Beijussara

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

QUANDO QUERO ESQUECER



Quando quero esquecer... Esqueço!
Quando quero esquecer invento outra vida para viver,
Faço uma nova história, conto um novo conto
Escondo-me, pra depois ser de novo encontrada.

Quando quero esquecer... Sinto!
Reinvento um novo tema, e me convenço
Que esquecer é o melhor remédio
Para um novo começo... Que mereço.



Jussara Melo
escrito em 07/08/2011
https://www.facebook.com/Jussara.Melo.Escritora/


Os comentários podem ser feitos no final do post. Beijuss

domingo, 18 de setembro de 2016

Resenha do livro "Perdida" de Carina Rissi


Perdida é um romance que conta a história de um amor que ultrapassa as barreiras do tempo.
Sofia Alonzo é como qualquer mulher que vive em uma grande metrópole e que se adequa naturalmente a modernidade e as facilidades que ela nos proporciona. É uma jovem independente e que como muitas mulheres tem pavor ao casamento. Claro que tem uma melhor amiga, a Nina e que com ela divide suas dúvidas, alegrias e confusões. A personagem é leitora e tem como autora preferida Jane Austen, uma escritora do século XIX que apenas ganhou notoriedade depois de sua morte.
A compra de um novo celular é a chave principal desse enredo encantador, Sofia desperta no século XIX sem saber absolutamente nada e nem tem ideia de como regressar ao nosso século.


É encontrada por Ian Clarke, um jovem rico, educado, bonito e que fará Sofia repensar toda a sua vida, inclusive se deve permanecer no passado, sem todas a regalias que o seu tempo lhe proporciona, ou voltar para o futuro e nunca mais ver as pessoas que aprendeu a querer bem.



É um livro que facilmente pode ser devorado, os personagens são atraentes, divertidos e intensos. A autora consegue nos colocar no século XIX de forma a nos fazer sentir as nuances agradáveis e também desagradáveis de viver numa época em que os meios de comunicação simplesmente não existiam ainda, então as conversas na hora do café da manhã e das refeições são um ponto positivo e agradável para nos situarmos dentro do romance e querer participar da história.
O Senhor Clarke é um príncipe à moda antiga, e com uma característica peculiar que você apenas descobrirá lendo essa envolvente trama.

Então se você ainda não começou a ler esse romance, corre que é daqueles que te faz rir, chorar, desejar e se encantar.

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Quando descobri que ia ser mãe




Isso já faz bastante tempo que aconteceu e claro nunca esqueci. Eu como muitas mulheres, quando resolvi me casar, marquei uma consulta com meu médico de confiança em busca de informações sobre métodos contraceptivos, pois não queria engravidar naquele momento, e o motivo principal era o medo que tinha do parto, muito desse temor vinha da descrição de mães que diziam: ser uma dor insuportável e eu pensava que dor era aquela que algumas mulheres teimavam em passar por várias vezes.
Meu médico na época me pediu vários exames e me receitou a tal cartela que impediria por algum tempo que eu sentisse tão forte dor, porque na época sinônimo de gravidez para mim era isso: uma dor terrível.
Preparativos para o casamento e eu começando naquela vida de mulher madura primeiro internamente, tomando aquele remédio que me dava às vezes enjoo, com ardência nos olhos e um questionamento interior que me deixava muito insegura a respeito da eficácia do medicamento e também se era a atitude certa a ser tomada.
Resumindo isso tudo, após três meses de casamento eu comecei a me sentir inchada, com a visão reduzida e fui aconselhada por meu médico a interromper a medição. Estava me sentindo tão infeliz com os estragos que aquele remédio me fez que parei imediatamente e tomá-lo e nem me lembrei do medo e da dor que me fizeram entrar nesse tratamento.
Minha vida estava muito tranquila, tudo novo, sonhos, projetos e muito trabalho e foi exatamente nesse contexto que engravidei. Eu não sabia como ia ser, a única coisa que senti era que a partir daquele momento eu não estaria mais só.
Minha gravidez foi tão normal que continuei a fazer todas as coisas que fazia sem nenhum problema, a única coisa que me lembro de às vezes ao escovar os dentes sentir náuseas, mas isso passou depois do segundo mês. Não tive aquelas vontades extravagantes que algumas grávidas têm de comer alimentos exóticos e de madrugada.
Não fiz o chá de bebê, mas ganhei tantos mimos de pessoas que estavam diretamente ligadas a ele. Fiz diversos ultrassons, porém meu filho não permitiu que eu soubesse seu sexo até que nascesse. Por esse motivo tudo que comprava era nas cores branca, amarela ou verde.
Eu sempre digo que meu parto foi 2 em 1, pois passei por todo trabalho de parto e como não tive dilatação o médico acabou fazendo a cesariana. A dor insuportável foi substituída por uma alegria imensa ao ver meu filho lindo, perfeito e chorando nos meus braços.
Foi nesse momento que descobri porque algumas mulheres teimam tanto em ter essa dor, hoje sei que o principal motivo é que ela vem rodeada de um amor tão profundo e intenso que a suportamos naturalmente porque nascemos para isso.

Escrito em
24/11/2012


quinta-feira, 21 de julho de 2016

Resenha do livro "A coroa" de Kiera Cass


E depois de ter guardado meus livros da série "A seleção" por quatro anos, finalmente ganhei o último livro "a coroa" e devorei Kiera Cass em praticamente um mês.
Ver a seleção pelos olhos da princesa Eadlyn foi muito diferente de quando a vi pelos olhos de América, tudo porque fomos criadas para acreditar em príncipe encantado e não o inverso. Mas achei muito boa a abordagem da autora criando nesse contos de fadas moderno o reverso de uma situação que poucos autores teriam a coragem de modificar, ou seja, uma princesa em busca do seu amor e não o inverso.
Kiera Cass fez essa seleção em apenas dois livros, o que achei uma boa escolha, já que o mundo masculino não tem tantas nuances quanto o feminino, eu talvez mudaria algo nesse livro selecionando a Marid para participar da seleção, já que ele era um personagem forte que poderia sim dividir o coração de Eadlyn com o de Kile e Erik, o que daria ao livro uma perspectiva mais dinâmica ainda.

Notei que na seleção do príncipe Maxon as selecionadas eram mais facilmente identificadas que na de Eadlyn, apesar de que a autora foi ótima tratando das dificuldades que o homem lida quando ao lado dele existe outros pretendentes, deixando claro à princesa às suas intenções desde o inicio, algo que nós mulheres nem sempre demonstramos.
A personalidade de Eadlyn é deveras uma mescla dos pais e isso me agradou muito. Esta série é uma das poucas, que já li,  que recomendo como sendo prazerosa, divertida, emocionante e bem escrita. Que agrada àquelas leitoras que dão ao romance um valor maior que ao sexo. Já que em nenhum dos cinco livros a autora descreve sequer um momento tão quente que uma adolescente de doze anos não possa ler tranquilamente.
A prova de que um livro bem escrito pode ser um sucesso mundial sem conter nenhuma espécie de descrição explicita sobre o que duas pessoas que se amam fazem entre quatro paredes.
Um livro leve, para encantar a todos!
Parabéns Kiera Cass
Agora posso dizer que ganhou mais uma fã dentre milhares que já possui em todo mundo.
Beijussara.

terça-feira, 19 de julho de 2016

POESIA: "A VIDA"



Quando eu a vida deixar
O amor que sinto por ti não se acabará.
Mas se eu deixar de te amar
A minha vida também me deixará.
Quando meus cabelos estiverem brancos, da cor da neve,
Os teus também estarão,
E nós dois em um jardim de inverno,
Invisíveis nossos corpos ficarão.
Quando eu a palavra fria falar,
E o mundo da Terra deixar,
Pode esperar...
Que hei de te encontrar.
Escrito em

24/04/2011


quinta-feira, 14 de julho de 2016

Resenha do livro "A herdeira" de Kiera Cass



Depois de vinte anos, quando America Singer participou da Seleção e conquistou o coração do príncipe Maxon é chegada a vez de sua filha a princesa Eadlyn passar por sua própria seleção e escolher dentre trinte e cinco pretendentes um príncipe consorte que a auxiliará a governar Illéa quando coroada rainha.
Similar à sua mãe a rainha America, esta também não aceita ter que se casar tão jovem e pior, escolher seu esposo tendo que passar por um jogo de interesses políticos para que possa ser coroada rainha e poder reinar, mesmo assim aceita participar da seleção com a intenção de tornar um desastre a ideia de seus pais.
O livro segue a mesma linha dos primeiro três, porém como uma outra perspectiva já que nesse é narrado pela pessoa que que deverá selecionar e não por um dos selecionados e também há o fato de já não haver ataques terroristas ao castelo e sim uma consciência política que obriga a família real a questionar seu modo de governar Illéa.
Confesso que na minha opinião Kiera Cass perdeu a oportunidade de convocar para a seleção o filho dos terroristas que ajudaram America Singer e Maxon no último livro da série A seleção. Ele seria um personagem que poderia fazer parte desse jogo romântico que a autora criou tornando a seleção de Eadlyn algo bem mais emocionante.
Os rapazes são mais briguentos e menos maldosos, porém a princesa terá que passar por situações constrangedoras já que não estava lidando com garotas românticas e apaixonadas como na vez de seu pai e sim com homens que as vezes poderiam até machucá-la.
Há um momento de muita emoção nesse livro que a autora sabiamente deixa para ser revelado apenas no próximo, nisso Kiera Cass é mestra, e admirei a forma com que colocou em dois livros a Elite em ação. 
Vale a pena continuar a ler essa saga e espero em pouco tempo voltar aqui para resenhar a final desse conto de fadas moderno que me vem encantando a cada dia.
Boa leitura á todas
Abaixo alguns dos trinta e cinco selecionados 
Beijussara